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entre os ares e os sabores da bairrada

As janelas abertas deixam entrar o cheiro do campo, levemente adocicado e seco. Em frente da casa estendem-se vinhas de cepas baixas, dispostas ao sabor das ondulações que as colinas desenham.
A Quinta de S. Lourenço é vizinha de matas célebres, de termas afamadas, de praias sonantes, de cidades históricas e de reputados santuários gastronómicos. Vale por tudo isto, mas também por si própria, pelos ares, pelas paisagens, pela serenidade e pelos silêncios.
A Quinta de S. Lourenço é vizinha de matas célebres, de termas afamadas, de praias sonantes, de cidades históricas e de reputados santuários gastronómicos. Vale por tudo isto, mas também por si própria, pelos ares, pelas paisagens, pela serenidade e pelos silêncios.
A Casa da Quinta de S. Lourenço, integrada numa exploração agrícola, desfruta de uma paisagem característica, vinhas ordenadamente distribuídas e um agradável perfume, adocicado e seco, também ele característico desta região demarcada da “Bairrada”.
A Casa da Quinta de S. Lourenço, integrada numa exploração agrícola, desfruta de uma paisagem característica, vinhas ordenadamente distribuídas e um agradável perfume, adocicado e seco, também ele característico desta região demarcada da “Bairrada”.

um solar português

Construída nos finais do séc. XVIII, situada na pequena aldeia, de São Lourenço do Bairro, a casa pertenceu, inicialmente, à família do poeta António Feliciano de Castilho os seus descendentes a venderam ao Visconde de Seabra. Foi ao Visconde de Seabra que o avô da actual proprietária, comprou a Casa de São Lourenço